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O Que Realmente Aconteceu no Peru
ACdB01 capa 01
Informação
Autor(es)

Cassandra Clare
Sarah Rees Brennan

Narrador

Jesse Williams

Data de
Lançamento
13/04/13 (ebook) Eua-icone
11/11/14 (impresso) Eua-icone
06/11/14 (impresso) Brasil-icone
Editora Simon & Schuster Eua-icone
Galera Record Brasil-icone
Nº de Páginas 33
Série
As Crônicas de Bane
 1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11
Ordem de Lançamento
Lançado depois de
Princesa Mecânica
Lançado antes de
A Rainha Fugitiva

O Que Realmente Aconteceu no Peru é a primeira história lançada em As Crônicas de Bane.

Descrição

Os fãs antigos de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais sabem que Magnus Bane foi banido do Peru... e agora eles podem descobrir o porquê.

Há boas razões para o Peru estar fora dos limites para Magnus Bane. Siga as escapadas peruana de Magnus quando ele arrasta seus colegas feiticeiros Ragnor Fell e Catarina Loss para problemas, aprende novos instrumentos (que ele toca chocantemente), danças (que ele faz chocantemente) e envergonha a sua nação anfitriã, fazendo algo indizível com as Linhas de Nazca.

Enredo

1791

Magnus Bane acorda em sua pousada na beira da estrada, perto de Lima, capital do Peru. Ele então vai ver seu amigo feiticeiro, Ragnor Fell, na sala comunal. Eles pedem 5 bebidas para Ragnor e 17 para Magnus. Magnus, em seguida, leva Ragnor em um tour por Lima, da fachada do palácio do arcebispo às construções coloridas na praça. Eles então visitam o Lago Yarinacocha e visitam todos os pontos turísticos do Peru, incluindo a cidade favorita de Magnus, Arequipa. Eles são guiados por uma jovem, Giuliana, que conhece o caminho pela floresta tropical de Manu e os leva até ayahuasca. Magnus é então perseguido por um macaco-aranha macho na floresta e consegue escapar por pouco. Magnus depois leva Ragnor com ele quando ele é contratado por um rico comerciante peruano, que precisa de ajuda para enviar e guardar um de seus maiores navios de carga cheios de guano. No navio, ele e Ragnor acabam cobertos até a cintura com excrementos de pássaros por causa da imprudência de Magnus. Magnus mais tarde afundou o barco de carga, mas esta não é, contudo, a razão pela qual ele foi banido do Peru.

1885

Na outra vez em que Magnus retornou ao Peru, ele foi a trabalho junto com seus amigos Catarina Loss e Ragnor Fell, apesar do fato de Ragnor ter prometido nunca mais voltar ao Peru na companhia de Magnus. Eles caminham em direção ao vale do rio Lurin com sua cliente, Nayaraq. Ao chegar às pirâmides de Pachcamac, Magnus, querendo impressionar sua cliente, afirma que conhecia o oráculo que morava ali há 700 anos. O que Nayaraq quer é o tesouro que sua tataravó escondeu quando os conquistadores chegaram. Mas acontece que Nayaraq não estava procurando por ouro, mas sim por algo real em seu passado - em contraste com a vida de ilusão e beleza que ela teve quando foi levada por fadas. Mais tarde, eles descobrem que são criminosos procurados por profanarem um templo, contudo, essa não é a razão pela qual Magnus foi banido do Peru.

1890

Cinco anos depois, Magnus decide aprender a tocar um novo instrumento musical, um charango, no qual ele não se sai muito bem. Ele é proibido de tocar o charango dentro de casa e até mesmo alguns gatos fogem dele. Alguns civis confundem seu desempenho com os sons de um monstro marinho moribundo. Ele testemunha uma debandada de lhamas quando resolve subir a montanha e começa a tocar no local. Durante o tempo em Puno, Magnus conhece Imasu Morales, um músico talentoso. Magnus desenvolve sentimentos por ele, visto que ele é muito atraente. Depois de muitos mais fracassos com o charango, Magnus decide desistir da música. No dia seguinte, todos de Puno comparecem e se reúnem em um festival, no qual Magnus e Imasu compartilham suas histórias de infância. Eles depois terminam sua relação. Magnus decide então se distrair com uma dança tradicional, na qual ele é muito bom (quando usa magia). Magnus acorda depois em Nazca, imaginando o que aconteceu, e Catarina conta a história de como ele, sob a influência do álcool, invadiu a casa de um homem e roubou um tapete e fez um encanto para torná-lo voador. Ela também conta como ele partiu pela noite, e ela e Ragnor o perseguiram a pé através de um deserto gigantesco. Segundo ela, ele lhes disse para deixá-lo no deserto, porque ele planejava começar uma nova vida como um cacto, então ele conjurou pequenas agulhas e as jogou em Catarina e Ragnor com precisão. Ele tentou voar para Moquegua, mas não conseguiu chegar até lá.

Então ele ofereceu a Catarina e Ragnor um prato chamado cuy enquanto tentava flertar com seu próprio prato. Quando Ragnor descobriu que cuy é um cozido de porquinhos-da-índia, ele pegou o prato de Magnus e o quebrou na cabeça do feiticeiro embriagado, acabando assim com seu amor. Magnus então desabou no chão e Catarina e Ragnor acharam melhor deixá-lo lá. Eles tiraram os olhos dele por um pequeno momento e ele sumiu, com Ragnor afirmando que viu Magnus indo atrás do tapete como um enorme caranguejo demente. Magnus saiu voando novamente para o céu, exclamando que estava vendo macacos enormes, pássaros, lhamas e gatinhos desenhados no chão. Magnus acredita que ele estava tendo alucinações e afirma que a noite passada quase foi a noite mais bêbada que ele já tivera, a qual tal noite alcoolizada implica em uma triste história envolvendo uma gaiola. Catarina garante que ela e Ragnor também viram os desenhos e então diz a Magnus que ele acabou vomitando nas linhas de Nazca. Catarina queria tentar medicina mundana para curar a ressaca de Magnus, e acabou o submetendo a um tratamento com porquinhos-da-índia, esfregando-os pelo seu corpo. Catarina e Ragnor mais tarde tentaram imitar a ocasião em que ele tentou levar os porquinhos-da-índia com ele, gritando "Liberdade!" e "Eu sou seu líder agora!" Magnus alguns dias depois tomou uma única bebida sob supervisão de Ragnor e Catarina, e eles contaram as histórias de suas infâncias com Magnus insinuando que seu pai não era um demônio comum.

1962

Magnus Bane retorna ao Peru novamente, agora, a cidade de Cuzco. Desta vez ele conhece uma mulher mundana interessante chamada Kitty. Ele a conhece com um homem chamado Geoffrey, um fotógrafo rude do National Geographic. Magnus e Kitty fogem juntos, depois que Magnus oferece a ela uma aventura e Kitty rouba as jóias da mãe de Geoffrey. Eles se apaixonam. E a súbita mudança de Magnus para uma vida de crime, surpreendentemente, não é a razão pela qual ele foi banido do Peru também. O Alto Conselho de feiticeiros peruanos se reuniram em segredo, e uma carta foi enviada a Magnus vários meses depois, anunciando que ele foi banido do Peru, sob pena de morte, por "crimes impronunciáveis". Apesar de todos seus questionamentos, ele nunca recebeu uma resposta sobre o motivo de ter sido banido. Até hoje, o que quer que o tenha feito ser banido do Peru é - e deve sempre permanecer - um mistério.

Personagens

Galeria

Cenas

Capas

Curiosidades

  • A primeira vez que o banimento de Magnus do Peru foi mencionado, foi em Cidade dos Anjos Caídos. Enquanto de acordo com a narrativa, a verdadeira razão pela qual Magnus foi banido do Peru é desconhecida até para ele, de acordo com Jace Herondale em Cidade das Almas Perdidas, ele aparentemente descobriu, embora seja possível que ele tenha contado apenas as histórias contadas nesta novela.
Crônicas dos Caçadores de Sombras de Cassandra Clare
Os Instrumentos Mortais
Cidade dos Ossos Cidade das Cinzas Cidade de Vidro
Cidade dos Anjos Caídos Cidade das Almas Perdidas Cidade do Fogo Celestial
As Peças Infernais Os Artifícios das Trevas
Anjo Mecânico Dama da Meia-Noite
Príncipe Mecânico Senhor das Sombras
Princesa Mecânica Rainha do Ar e da Escuridão
As Últimas Horas As Primeiras Maldições
Corrente de Ouro Os Pergaminhos Vermelhos da Magia
Corrente de Ferro O Livro Branco Perdido
Corrente de Espinhos O Volume Negro dos Mortos
As Crônicas de Bane
O Que Realmente Aconteceu No Peru Salvando Raphael Santiago
A Rainha Fugitiva A Queda do Hotel Dumort
Vampiros, Bolinhos e Edmund Herondale O Que Comprar Para o Caçador de Sombras...
O Herdeiro da Meia-Noite A Última Batalha do Instituto de Nova York
Ascensão do Hotel Dumort Os Rumos do Amor Verdadeiro
Contos da Academia dos Caçadores de Sombras
Bem-Vindo à Academia dos Caçadores de Sombras Reis e Príncipes Pálidos
O Herondale Perdido Língua Afiada
O Demônio de Whitechapel O Teste de Fogo
Nada Além de Sombras Nascido Para a Noite Sem Fim
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Filho do Amanhecer Aqueles Que São Perversos
Longas Sombras A Terra Que Perdi
Todas as Coisas Extraordinárias Através do Sangue, Através do Fogo
Aprendendo Sobre Perdas Fantasmas de Velhos Amores
Um Amor Mais Profundo Para Sempre Caído
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O Códex dos Caçadores de Sombras
Uma História de Notáveis Caçadores de Sombras e Seres do Submundo
The Official Mortal Instruments Coloring Book
Graphic novel de Os Instrumentos Mortais
Adaptações
City of Bones: The Graphic Novel
As Peças Infernais (Mangá)
Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos
Shadowhunters: The Mortal Instruments