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ALERTA DE SPOILER: Detalhes do enredo a seguir. Aconselhamos atenção!
Outras versões
Você poderia me dar o passado, mas Alec é meu futuro.

–Magnus para Camille Belcourt, Cidade dos Anjos Caídos

Magnus Bane
CJ Flowers, Magnus 02
Informação Biográfica
Nascimento: Por volta de Dezembro[1] de 1600[2]
Batávia, Índias Orientais Holandesas
(agora Jacarta, Indonésia)
Idade: Em torno de 400 anos de idade[3][4][5][1][2]
Status: Imortal
Afiliação
Espécie:

Feiticeiro

Título:

Alto Feiticeiro do Brooklyn

Residência:
Afiliação:

Clave

Relacionamentos
Familiares
Conhecidos
:
Descrição Física
Gênero: Masculino
Cor do
Cabelo
:
Preto
Cor dos
Olhos
:
Amarelo-esverdeados
Características
Únicas
:
  • Olhos de gato
  • Sem umbigo
Altura: 1,87m[9]
GALERIA

Magnus Bane é o Alto Feiticeiro do Brooklyn. Tendo mais de quatro séculos de idade, a sua vida, desde então, está entrelaçada com vários Caçadores de Sombras e Seres do Submundo ao longo dos séculos.

Biografia

Vida Pregressa

Magnus nasceu de uma mulher metade Holandesa e metade Indonesiana e do Príncipe do Inferno Asmodeus no século 16 em Jacarta, Indonésia, na época conhecida como Batávia das Ilhas Leste Holandesas. Ele nasceu com uma aparência comum, exceto pelos olhos âmbar anormais.

Magnus foi criado em uma fazenda com sua mãe e o marido dela, ambos os quais criaram-no com muito amor. No entanto, quando a marca de feiticeiro de Magnus se desenvolveu e eles perceberam que ele era filho de um demônio, ambos tiveram medo dele. Magnus se desprezou, e sua mãe logo se enforcou no celeiro. Quando Magnus tinha 10 anos, seu padrasto tentou afoga-lo, mas, ao invés disso, foi queimado quando Magnus lançou seus poderes em sua direção.[10] Ele então foi levado por um eclesiástico e criado pelos Irmãos do Silêncio de Madrid, Espanha, no século 17.[11] Ele recebeu o nome “Magnus Bane” deles. Foi na Espanha que Magnus, mais tarde, conheceu e salvou Catarina Loss de ser queimada por bruxaria, quem mais tarde se tornou sua amiga imortal e por toda vida.[12]

De alguma forma, Magnus tomou conhecimento de quem era seu pai, Asmodeus. Consciente da influencia de seu pai, Magnus ocasionalmente usou de seu poder e notoriedade para seu próprio bem. Sendo um feiticeiro muito poderoso e habilidoso, Magnus começou a cobrar por seus feitiços muito jovem, antes mesmo de se tornar um feiticeiro totalmente desenvolvido. Mesmo que tivesse menos de 20 anos de idade, já começou a mentir sobre sua idade, alegando ter centenas de anos de vida, velho o suficiente para conhecer figuras históricas como Júlio César e certos oráculos, para conseguir uma maior confiança de seus clientes.[12]

Em algum ponto, Magnus se apaixonou por alguém e, pela primeira vez em sua longa vida, ficou com sua amante pelo período que durou a vida da moça mundana. Mesmo após 30 anos desse ocorrido, ele ainda não havia superado a dor, mas ela se tornou tolerável, e estava em suas férias estendidas, procurando por aventuras em lugares como o Peru, incapaz de parar em um lugar com o pensamento de sua amante ainda picando sua mente.[12] Magnus citou essa quebra do coração por volta de um século depois para uma amiga feiticeira que havia perdido seu primeiro amor, dizendo que o primeiro era sempre o mais difícil.[13]

Aventuras

Em 1971, Magnus foi capaz de convencer seu amigo Ragnor Fell a ir com ele para o Peru. Eles passearam pela cidade de Lima e eventualmente foram para Arequipa, uma das cidades favoritas de Magnus no Peru. Lá, uma mulher chamada Giuliana os guiou através da floresta tropical, onde Magnus foi perseguido por uma macaco aranha macho e dominador, do qual por pouco ele escapou.

Por volta daquela época ele foi contratado por Edmund García, um rico mercador peruano, para o ajudar a transportar sua carga de guano. Enfurecido por descobrir que guano era, na verdade, excrementos de pássaro, e por acidentalmente terem caído no porão de cargas, Ragnor acabou por lançar um feitiço que acabou afundando o navio e a carga, deixando os dois sujos e sem o pagamento.[12]

Em junho do mesmo ano, durante a Revolução Francesa, Magnus estava se divertindo em Paris, a cidade que ousadamente aderiu seus princípios fashion. Ele foi literalmente pego no meio daquilo quando o Conde Axel von Fersen o abordou e pediu para ajuda-lo a retirar a família real de Versalhes. Encantado pelo Conde, Magnus concordou com seus planos em troca de um jantar com ele e os dois viraram amigos.

Na noite da fuga, depois que ele glamurou a rainha Maria Antonieta com sucesso, o plano teve um problema quando a rainha se perdeu e correu para os vampiros, particularmente Coselle do clã de vampiros de Paris. Ela foi imediatamente levada a festa e sendo jogada para o líder do clã, Marcel Saint Cloud, onde, coincidentemente, Magnus também estava. Incapaz de convencer os vampiros a deixar a rainha ir, ele teve que improvisar e recorrer a mentiras para fugir com a rainha. Com um balão de ar quente, ele escapou com a rainha e se encontrou com o Conde. Os esforços de Magnus foram ricamente compensados quando o Conde muito agradecido o beijou antes de separarem seus caminhos.

Por conta do incidente na festa, Marcel retaliou contra Magnus ao destruir sua casa e levar seus dois servos, Claude e Marie. Um dos subjugados de Marcel, Henri, ficou para trás para escoltar Magnus de volta a ele. Magnus se recusou e enviou uma última mensagem pedindo trégua a Marcel. Para evitar mais confusão, Magnus deixou Paris imediatamente, com seu novo macaco, Ragnor, junto. Ele fugiu para os Alpes, onde iria evitar qualquer coisa francesa, não querendo se preocupar ou pensar em seus problemas com os vampiros ou a Revolução, para nenhum proveito. De um nobre fugitivo de Dijon, ele ouviu sobre a eventual captura do rei e da rainha em Varennes. Preocupado com sua segurança, Magnus escreveu uma carta ao Conde, apenas para receber uma resposta de sua irmã, Sophie. Quando Sophie pediu a Magnus para convencer Axel a não arriscar sua vida, Magnus, achando a vida dos mundanos muito complicada, mesmo que fugaz, e sabendo que o Conde estava determinado e intransitável, escolheu ignorar seu pedido e seguir com sua vida.[14]

Estadia em Londres

Primeiros Encontros

Em 1857, Magnus visitou Londres para participar de uma reunião da Clave com companheiros Membros do Submundo. Lá, ele conheceu o obstinado Caçador de Sombras Edmund Herondale, que se apaixonou por uma mundana, Linette Owens. Tendo estado presente no dia em que o casal se encontrou, Magnus testemunhou o que mais tarde levaria à decisão dolorosa que Edmund fez: deixar sua vida como Caçador de Sombras para trás para ficar com seu amor.

Ao mesmo tempo, Magnus também encontrou pela primeira vez a vampira Camille Belcourt e se insinuou para ela. O par se conectou, e Magnus encontrou-se competindo com o lobisomem Ralf Scott para afeições de Camille. Influenciado pelo desgosto de Edmund, Magnus decidiu dar ao mortal Scott uma chance de amor com Camille. Como presente de despedida, Magnus comprou a Camille um colar encantado e caro, comprado pelo valor que obteve depois de vender sua casa em Grosvenor Square. Magnus pediu despedida a Camille, e eles se separaram com um beijo e uma promessa de se encontrar novamente.[15]

Vivendo com Camille

Em 1878, Magnus tinha voltado a Londres e se reuniu com Camille, tendo terminado seu tempo com o já falecido Ralf. Em certo momento, Magnus estava com Camille, Ragnor, que já se tornara o Alto Feiticeiro de Londres, e de Quincey em um dos eventos do Clube Pandemônio, e foi visto por um investigador Caçador de Sombras, Will Herondale.

Em uma tentativa de se vingar de Alexei de Quincey, o vampiro que tinha matado Ralf, Camille disse ao Enclave de Londres sobre suas festas ilegais do Submundo. Para ajudar com a infiltração, Camille fez com que Magnus conhecesse Tessa Grey, que tinha se metamorfoseado em Camille, e Will na festa de Quincey. Ele os acompanhou através da casa e, como o grupo suspeitava que de Quincey era o Magistrado, os ajudou a entender o esquema de um autômato criado com um feitiço de ligação que encontraram na biblioteca de De Quincey. Depois, ele os levou à cerimônia para eles testemunharem de Quincey quebrando a Lei.[16]

Salvando Will Herondale

Devido ao envolvimento de Camille na morte de De Quincey, ela foi forçada a deixar Londres para evitar a ira dos seguidores de De Quincey. Para desapontamento de Magnus, ela saiu sem lhe dizer para onde estava indo. Embora Magnus contemplasse simplesmente deixar sua casa em Londres e subjugar Archer, que Camille deixara sob seus cuidados, não podia, pois ainda amava Camille e esperava que ela voltasse para ele.

Pouco depois de seu último encontro, Will Herondale foi até Magnus e pediu-lhe para quebrar sua maldição – maldição que colocou em perigo as pessoas que ele amava ou cresceu perto, supostamente lançado por um demônio que Will liberou de uma Pyxis quando ele era uma criança. Intrigado pela tristeza assombrada do menino, Magnus concordou.[16]

Nos meses seguintes, Will continuou a visitar secretamente Magnus, enquanto continuavam a procurar o demônio azul que o amaldiçoava. Eles realizaram muitos feitiços e invocações em uma tentativa de chamar o demônio, embora nenhum dos demônios parecia ser o caminho certo.

Certa noite, Magnus ouviu de Archer que Will estava numa festa dada por Benedict Lightwood. Sabendo que as festas de Benedict eram notórias pelo perigo, Magnus foi e terminou interrompendo Will e Tessa se beijando, sob a influência de uma droga de um feiticeiro, na sacada. Ele avisou que Will foi facilmente reconhecido por Archer e que eles deveriam partir antes que mais alguém os reconhecesse. Ele transporta o par para o terreno da propriedade, onde Will corree de repente para perseguir um demônio azul – aquele que o amaldiçoou.

Mais tarde naquela noite, Will foi à casa de Camille, destruído, ferido e confuso, com o dente do demônio cravado em seu braço depois de ser mordido. Um Will frenético queria que Magnus convocasse o demônio para ele imediatamente, o que Magnus explicou que não era possível. Will então desmaia devido à picada venenosa e Magnus o cura.

Pouco depois, Camille voltou inesperadamente e apareceu na casa. Como um teste, Magnus perguntou-lhe onde ela estava. Camille alegava ter vindo de Paris; Magnus imediatamente soube que era uma mentira, já que havia rastreado seu subjugado Walker em São Petersburgo, na Rússia, onde os informantes de Magnus lhe disseram que Camille estava vivendo com um amante mundano. Finalmente, aceitando que Camille não o amava da maneira que ele a amava, Magnus terminou seu relacionamento com Camille e, usando a presença de Will, que era pouco consciente para sua vantagem, fingiu estar em um relacionamento com Will e beijou-o. Ele partiu com Will logo depois, enquanto Camille, que estava furiosa com o fato de Magnus namorar um Caçador de Sombras e flertar com ele em sua própria casa, expulsou Magnus e terminou qualquer relações futuras com ele. Quando Will, confuso, perguntou a Magnus se ele tinha acabado de beijá-lo, Magnus negou, dizendo-lhe que devia ser os feitiços de dor que o faziam alucinar.

Magnus mais tarde se reconectou com seu amigo lobisomem Woolsey Scott e temporariamente se mudou com ele. Eventualmente, Magnus entrou em contato com Will e o chamou para casa de Woolsey. No quarto de Ralf, Magnus prosseguiu convocando o demônio que possuía o dente que Will obteve, finalmente o mesmo que o amaldiçoou – Marbas. Finalmente bem-sucedido, Will confrontou o demônio, onde foi revelado que Will foi, na verdade, apenas enganado em acreditar que havia sido amaldiçoado - um truque particularmente cruel que assombrou Will por cinco anos.

Durante este tempo, Magnus tinha começado a conhecer o homem Will era em sua essência e, eventualmente, percebeu a verdadeira razão pela qual ele queria livrar-se da maldição: ele tinha se apaixonado por Tessa. Ele ficou mais preocupado com ele, mesmo quando a verdade finalmente foi revelada. Woolsey, em certo ponto, apontou que se Magnus realmente não sentia nada pelo menino, então deveria ser o desejo de Magnus de "salvar cada ave caída".[17]

Ajudando o Enclave

Depois que a verdade foi revelada, Will evitou Magnus porque vê-lo era um doloroso lembrete de seu tormento. Will, no entanto, escreveu-lhe uma pequena carta, dizendo-lhe que Tessa estava noiva de Jem Carstairs, mas pediu-lhe para não responder. Algumas semanas depois, Jem, cuja vida dependia de yin fen, ficou sem seu próprio suprimento da droga e não teve outra fonte, já que Axel Mortmain havia acumulado o resto em Londres, levando Will e Tessa a se aproximarem de Magnus para obter conselhos sobre como possivelmente salvar Jem. Enquanto Magnus inicialmente estava cético para ajudá-los, ele finalmente concordou em fornecer ajuda de alguma forma, embora nem ele estava certo de que maneira.

Quando Woolsey provocou Will pelos seus sentimentos por Tessa, Woolsey e Will lutaram e Magnus teve que separá-los. Magnus, tendo recuperado o pingente encantado que ele tinha dado a Camille, mais tarde deu a Will por precaução.

Durante um ataque ao Instituto, Tessa foi sequestrada por criaturas mecânicas, e Jem entrou em colapso depois de tentar resgatá-la. Desesperado Will chamado Magnus e lhe disse que não sabia o que fazer: ficar com Jem, ou sair atrás de Tessa. O feiticeiro perguntou se Jem sabia sobre os sentimentos de Will em relação a Tessa, o que ele respondeu negativamente. Magnus disse a Will que estar lá no final da vida de Jem não era o importante, mas estar lá para cada outro momento. Ele então disse que ficaria e vigiaria Jem enquanto Will iria atrás de Tessa. Então Magnus sai do quarto para dar uma chance de Will se despedir de Jem. Para ganhar tempo para Will em sua missão resgatar, Magnus juntou-se com Henry Branwell para construir um dispositivo que poderia ajudar a derrotar Mortmain. Juntos criaram um Portal para que os Caçadores de Sombras chegassem a Cadair Idris. Lá Magnus primeiro encontrou Will e Tessa e os soltou. Mais tarde eles se juntaram à batalha unidos.

Depois que Mortmain foi derrotado, Magnus juntou-se à festa de celebração da Ascensão de Sophie Collins, durante a qual encontrou Will perto das portas dianteiras do instituto. Ele havia ido se despedir já que estava deixando Londres e partindo para Nova York.[13]

De Volta ao Peru

Magnus e Ragnor mais tarde retornaram ao Peru em 1885 com Catarina Loss, principalmente por um emprego que foram contratados e para ajudar Nayaraq recuperar o tesouro de sua família das ruínas em Pachacamac. Ao cumprir sua parte, Magnus percebeu que não era o tesouro, mas a verdade e realidade das fadas e a conexão de sua família com elas que Nayaraq estava realmente em busca. Devido a esta atribuição, no entanto, os três foram marcados como criminosos procurados por profanar um templo.

Convencidos por Catarina, os três permaneceram no Peru por muito mais tempo depois dessa última tarefa. Cinco anos depois, em 1890, estavam na cidade de Puno, vivendo junto ao Lago Titicaca, quando Magnus se encontrou com Imasu Morales, um músico. Querendo passar mais tempo com ele, Magnus pediu para ser ensinado a tocar um instrumento. Magnus começou a tocar o charango, terrivelmente, para o horror daqueles ao seu redor onde nem seus amigos podiam tolerá-lo. Eventualmente, Imasu o fez parar, admitindo que ele tinha mostrado o que havia aprendido, e poderia nunca, mostrar melhorias em tocando sua música, e que ele concordou em ensiná-lo porque ele também queria conhecê-lo. Com isso, Magnus finalmente decidiu desistir de música, fazendo com que a cidade realizasse um festival em comemoração.

Imasu tinha sido uma das poucas pessoas que Magnus começou a amar desde a morte de seu amado anterior. Apesar disso, ele ainda se viu incapaz de se abrir totalmente a ele, especialmente sobre seu passado e sua verdadeira natureza. Justo quando ele começou a considerar verdadeiramente contar a ele, até mesmo sobre magia, e se estabelecer com ele, Imasu o deixou, pensando que ele sentia que Magnus era efêmero, para a diversão e desânimo de Magnus. Com a ajuda de Catarina e Ragnor, Magnus conseguiu lidar e superar sua tristeza.

Outro Herondale

Em 1903, Magnus retornou a Londres convocado por Tatiana Blackthorn com uma oferta muito generosa em troca de seu serviço. Supondo que era para executar um feitiço para sua protegida, Grace Blackthorn, ele concordou. Enquanto estava em um clube para passar o tempo, Magnus viu James Herondale – uma imagem cuspida do pai do garoto, Will, que então ele considerava um velho amigo, atirando em lustres no clube. Magnus o confrontou sobre o uso de uma arma não Shadowhunter, uma pistola, à qual James respondeu que sabia quem era Magnus. Magnus então entregou James em casa (o Instituto de Londres) depois de persegui-lo em torno de Londres nas últimas horas. Tessa foi mostrada segurando uma esfera de luz em sua mão, ao qual Magnus observou que ela tem praticado magia desde a última vez que a viu. Ele também observou que ela não parecia mais do que três ou quatro anos mais velha do que a última vez que ele a viu. Ela o cumprimentou e mostrou seus instintos maternos segurando a cabeça do filho. Magnus então viu Will, que envelheceu desde a última vez que o viu (vinte e cinco anos antes). Will ainda era tão bonito como sempre, com cabelos negros desalinhados e olhos azuis brilhantes. Ele estava mais amplo, com linhas de riso, que Magnus pensou que o tornava mais bonito, já que ele parecia feliz.

Mudança para Nova York

Período de Vampiros

Em 1929, Magnus estava administrando um bar clandestino, Sr. Seca, durante a era da Proibição. O mundo mundano foi fortemente influenciado pela economia e problemas financeiros. Aldous Nix, o Alto Feiticeiro de Manhattan, tinha algumas cartas escondidas na manga e planejava fazer alguma magia negra. Magnus decidiu não se envolver e avisou o Instituto.

Em outubro de 1929, depois de todas aquelas longas festas de álcool e ressacas, ele finalmente notou a crise financeira mundana, depois de salvar um de seus companheiros de bebida, Alfie, de um salto suicida pela janela. Aparentemente, ao mesmo tempo, no Hotel Dumort, Aldous Nix abriu a porta para o Pandemônio, que por sua vez o engoliu e acabou conjurando metade do hotel juntamente com o bruxo. Fechar o Portal levou uma grande quantidade de energia de Magnus e um pouco de seu sangue. Quando voltou para seu quarto de hotel, ele encontrou Dolly. Depois de segui-la, ele descobriu que ela foi enviada a ele no início por Camille para dar-lhe uma dica sobre as coisas que estavam para acontecer.[18]

Em 1953, Magnus decidiu tentar ser um detetive. Sua primeira cliente foi Guadalupe Santiago, que lhe pediu para encontrar e salvar seu filho, Raphael. No entanto, era muito tarde para o menino, já que ele já havia se transformado em um vampiro. Ele levou o garoto com ele e o ajudou a se ajustar ao seu novo estado e aprender a se controlar, após o qual Raphael voltou para sua família.[11]

E Peru... Novamente

Foi em 1962 que Magnus retornou ao Peru mais uma vez, desta vez sozinho. Em Cuzco, Magnus conheceu uma garota chamada Kitty, uma con-artista que Magnus encantou para deixar seu então alvo, Geoffrey, para ficar com ele. Os dois se tornaram um casal e fiaram juntos por um verão, durante o qual eles tiveram orgia criminosa mágica.

Em certo ponto, o Alto Conselho de Feiticeiros Peruanos se reuniu em segredo e decidiu banir Magnus do Peru por "crimes indescritíveis". Magnus descobriu através de uma carta enviada para ele, e embora ele tenha perguntado por que foi banido, ele nunca descobriu.[12]

Retorno para Nova York

Em 1977, Magnus finalmente retornou a Nova York de uma viagem que ele pretendia que durasse apenas uma semana, mas acabou sendo estendida, até que ele estava longe de casa por dois anos. Pouco após sua chegada, Magnus imediatamente percebeu que a cidade mudara para pior. Ele também descobriu que Camille e seus vampiros, enquanto dopados em humanos drogados, começaram a se alimentar de forma incontrolável e a matar mundanos. Embora ele tenha conseguido ajudar a matilha de lobisomens de Nova York a resolver o problema, Magnus sentiu as circunstâncias perturbadoras de seu encontro mais recente com Camille muito doloroso. Mais tarde, ele contatou Catarina e fez com que ela fizesse magias de memória para fazê-lo esquecer todos os seus encontros com Camille no século 20.[19]

Depois de anos festejando na década de 1970, Magnus decidiu pegar um passatempo introvertido. Ele colecionou selos por um pequeno período de tempo, mas ficou cansado da classificação e mudou-se para cultivar árvores Bonsai, mas descobriu que era inútil, pois ele poderia usar mágica para cultivar as plantas. Ele então avançou para um hobby mais animado: dar festas temáticas elaboradas, que melhor se adequava a ele.[7]

Em 1989, quando Magnus ouviu a notícia sobre o que o Ciclo estava fazendo para o integrantes do Submundo, ele começou a ter dúvidas sobre se ficaria em Nova York, ou se encontraria um lugar onde ele estaria seguro. Em uma noite, um garoto lobisomem veio pedir sua ajuda, dizendo a Magnus que sua família havia sido capturada por Valentim Morgenstern e seus seguidores. Magnus então avisou os Withelaw, que estavam no Instituto de Nova York, que o Ciclo estava na cidade violando os Acordos. Quando Magnus confrontou Valentim, ele estava deixando uma pequena garota lobisomem cega colocando moedas de prata sobre os olhos dela. Magnus lutou com Valentim até Lucian Graymark, fazendo com que Valentim e o resto do Ciclo fossem embora. Quando a briga acabou, Magnus percebeu que não podia fugir do Ciclo e decidiu permanecer permanentemente em Nova York, tornando-se o Alto Feiticeiro do Brooklyn.

Dois anos depois da Ascensão, em 1993, Tessa estava morando com Magnus em Nova York quando Jocelyn Fairchild veio pedir-lhe para proteger sua filha, Clary. No início, Magnus tratou-a com ceticismo enquanto sabia que ela fazia parte do Ciclo. No entanto, depois que Jocelyn lhes contou sobre sua fuga e que sua filha precisava de ajuda, Tessa incentivou Magnus a ouvi-la. Como resultado, Tessa, no lugar de uma Irmã de Ferro, realizou o ritual das crianças Caçadoras de Sombras em Clary com o Irmão Zachariah.[20]

Eventualmente, ele foi contratado por Jocelyn, para apagar as memórias de Clary de ver qualquer coisa relacionada ao Mundo dos Caçadores de Sombras. Ela inicialmente desejava remover o olho interno de Clary, o que lhe proporcionava a visão do Mundo das Sombras, porém Magnus advertiu que isso provavelmente mataria Clary ou, no mínimo, a levaria a pura insanidade. Em vez disso, ele lançou um feitiço sobre ela que faria com que ela esquecesse tudo o que ela viu relacionado ao Mundo das Sombras. Mas esse feitiço desapareceria com o passar do tempo, precisando ser relançado a cada dois anos.

Em 2007, por causa do sinal que ele deixou com o feitiço em sua mente, Clary e os outros foram procurá-lo em seu apartamento de Nova York durante uma festa que ele estava dando, para a qual Isabelle Lightwood recebeu um convite de um Kelpie na boate Pandemônio. Magnus, assumindo que ele foi o único que lhes deu o convite, disse que "deveria estar bêbado", porque ele geralmente não distribuía convites para Caçadores de Sombras.

No começo, ele não disse nada sobre reconhecer Clary, mas finalmente teve que reconhecer o fato de que ele a conhecia desde que era pequena, até comentando que ele a tinha visto crescer. Na festa, ele falou sobre seu passado trágico, e Alec Lightwood simpatizou com ele e tentou remover a atmosfera mórbida, mas Magnus o descartou, alegando que tinha acontecido há muito tempo. Ele flertou abertamente com Alec pedindo-lhe para telefonar e piscando para ele. Alec no entanto, que ainda não tinha "saído do armário", pensou que ele estava apaixonado por Jace Wayland, seu irmão adotivo.

Magnus foi mais tarde convocado pelos Lightwood para curar Alec, que havia sido ferido gravemente enquanto lutava contra o Demônio Maior Abbadon. Isabelle disse que quando Magnus apareceu, ele estava bastante apressado para levar Alec a uma sala privada para curá-lo.[10]

Depois de se recuperar completamente, Alec enfrentou a crescente atração de Magnus e o convidou para sair. Ao saber que Alec nunca tinha beijado ninguém, Magnus o beijou (resultando no primeiro beijo do casal) antes de organizar um encontro com ele durante a semana.[21][4]

Ajudando o Conclave

Magnus e Alec estavam namorado secretamente,[22] apesar de Alec ainda pensar que ele estava apaixonado por Jace. Alec recusou-se a contar aos outros sobre o relacionamento devido à forma como a homossexualidade não é aprovada entre os Caçadores de Sombras, muitas vezes resultando em serem expulsos. Magnus levou Jace em seu apartamento quando ele ficou ferido. O feiticeiro estava chateado com isso e quase disse a Jace de seu relacionamento com Alec, mas decidiu contra isso, sabendo que Alec ainda não estava preparado para esse tipo de passo ainda.

Mais tarde, para comprovar suas habilidades, Clary "criou" a runa de Destemor, que Alec ofereceu voluntariamente seu braço para testá-la e ver se funcionava. Quando a runa entrou em vigor, ele quase disse abertamente a seus pais sobre sua homossexualidade e seu relacionamento com Magnus. No entanto, antes que ele pudesse revelar diretamente quem ele estava vendo e a importância disso, Magnus rapidamente usou um feitiço para momentaneamente deixar Alec inconsciente e este não revelar seu relacionamento, sabendo que Alec não estava pronto para que ninguém soubesse sobre eles ainda.

Durante uma luta contra Valentim em seu navio no East River, Magnus estava em um caminhão flutuante e conseguiu resgatar Alec de se afogar. Alec ofereceu-lhe o que restava de sua força, já que ele estava severamente exausto de usar suas habilidades mágicas, para que então ele pudesse continuar usando sua magia para ajudar os Caçadores de Sombras, que ainda estavam a bordo. Magnus aceitou hesitantemente sua oferta.[5]

A Guerra Mortal

Algum tempo depois, Magnus abriu um Portal para os Lightwood para que eles pudessem chegar a Idris, o lar ancestral dos Caçadores de Sombras. Eles foram atacados por Renegados, e o feiticeiro foi forçado a enviar todos rapidamente pelo portal, incluindo Simon, que tinha sido gravemente ferido, mesmo que integrantes do Submundo não sejam bem-vindos em Idris sem permissão. Eventualmente, o próprio Magnus acabou indo para Idris. Quando ele foi à casa de Ragnor, e o encontrou morto, este descobriu uma mensagem que Ragnor deixou, que ele havia sido morto pelos servos de Valentim, o que Magnus notou que era de origem demoníaca. Quando Clary e Sebastian vieram à procura de Ragnor, Magnus se passou como Ragnor e congelou Sebastian para que pudesse falar com Clary em particular.[23]

Enquanto ele estava lá, a cidade foi atacada por demônios controlados por Valentim, que estavam empenhados em destruir todos os integrantes do Submundo e aqueles associados a eles. Magnus estava lutando contra uma horda de demônios Iblis quando Alec apareceu e salvou sua vida. Depois disso, Alec confrontou Magnus sobre ignorá-lo. Magnus estava bravo com Alec porque ele ainda não havia contado a seus pais sobre seu relacionamento e, enquanto ele o amava, Alec assumiu que ele estava apaixonado por Jace e não ficaria com alguém que o ama "do jeito que ele ama". Chocado com o fato de Magnus ter dito diretamente que ele o amava, Alec fez um acordo com ele; se eles sobrevivessem à batalha, Alec apresentaria Magnus a toda a família (incluindo seus pais) ao que Magnus, enquanto sorriu de felicidade, concordou.

Um pouco mais tarde, Alec beijou apaixonadamente Magnus diante de uma grande multidão de integrantes do Submundo e Caçadores de Sombras, incluindo seus pais e amigos, revelando sua sexualidade e seu relacionamento com Magnus. Depois, fiel à sua promessa, Alec finalmente introduziu Magnus para seus pais. Pouco depois, Magnus foi visto falando com Tessa Gray, a quem Clary reconheceu um pouco.[23]

O Retorno de Camille

Algum tempo depois do fim da Guerra Mortal, Magnus e Alec estavam viajando pelo mundo, com Alec ocasionalmente enviando mensagens de texto para Jace com fotos deles juntos. Parecia que eles estavam tendo um tempo razoável, mesmo com Alec vestindo seus jeans habituais, enquanto Magnus usava roupas temáticas para a ocasião. Em um ponto, Jace perguntou a Simon se ele gostaria de ver uma foto de Magnus vestindo uma calça de pele em Berlim.

Sua viagem, no entanto, foi interrompida quando Camille Belcourt estava sendo interrogada, recusando responder a qualquer um com exceção de Magnus, obrigando ele e Alec a retornar a Nova York.

Apesar do que pode ser considerado um excelente feriado, as faíscas começam a voar quando Alec descobriu que Magnus, de fato, namorou Camille há séculos antes de ele nascer. Com esse conhecimento, Alec ouviu atrás da porta enquanto Camille e Magnus falavam, ouvindo-a compará-lo com um homem chamado Will. Isso incomodou ainda mais Alec, causando grande tensão entre o casal.

Alec encontrou-se finalmente confrontando o fato de sua mortalidade em seu relacionamento com Magnus, e como ele queria viver com Magnus para sempre. Quando ele ouviu Camille comentar que "garotos lindos" são sempre o ponto fraco de Magnus, ele disse ao feiticeiro que ele se sentiu trivial para ele, ao mesmo tempo em que trazia o assunto de como ele nunca fez no passado nada para estar com seus amantes anteriores para sempre, e que ele sentiu que ele é apenas outro namorado em uma longa fila para ele, que acabaria por morrer, enquanto ele continuaria vivendo. Ele afirmou ainda que era especialmente injusto desde que Magnus era qualquer coisa menos trivial para ele. Magnus tentou confortar Alec quando ele foi arrastado para encontrar Camille, que havia escapado, dizendo que Alec não era trivial para ele, mas Alec ainda não estava convencido.

Outra questão entre os dois foi de Magnus não compartilhar seu passado com os Caçadores de Sombras. Em uma cena, foi retratado que Alec perguntou furiosamente a Magnus se havia "alguém em que ele não era afim" e pergunta se ele dormiu com um lobisomem específico. Magnus perguntou se Alec perguntaria a todas as pessoas que conhecera essas questões, se ele tivesse tido um relacionamento com elas, a que Alec só respondeu enquanto ainda estava claramente chateado, "Talvez".

Após a batalha final, e todos todos estavam reunidos, Magnus encontrou Alec e eles começaram a conversar. Alec finalmente confiou em Magnus seu medo de acabar envelhecendo, e não estar com Magnus que continuaria para sempre na sua juventude. Ele estava particularmente angustiado por não ter chance, e que Magnus já tinha parecido ter aceitado seu destino como mortal. Magnus consolou seu namorado, dizendo-lhe que ele não estaria mais pronto para perdê-lo no futuro do que ele estava "agora", o que ele disse firmemente que não era "nada". Revelando que ele realmente se apaixonou por Alec e o queria para sempre. Com uma reconciliação, eles se beijaram apaixonadamente em um canto, abraçados um no outro.[24]

Time do Bem

Magnus foi visto estudando o projeto do telhado que Jace estava quando este havia desaparecido quando Alec o visitou. Clary e sua mãe, Jocelyn, decidiram ficar no apartamento de Magnus quando Jace e Sebastian apareceram em sua casa e logo, Alec, Simon e Isabelle ficaram no apartamento também. Magnus confrontou Isabelle sobre Alec, dizendo diretamente que ele amava Alec, dizendo a ela que ele havia notado e estava preocupado, pois Alec não estava "feliz".

Durante sua permanência, Magnus os ajudou a encontrar uma arma que pudesse cortar o vínculo entre Sebastian e Jace ou ferir um sem prejudicar o outro. Ele abriu um Portal para a Citadela Adamant para Isabelle, Jocelyn, Alec e ele mesmo para que as mulheres pudessem conhecer as Irmãs de Ferro e solicitar a referida arma. Mais tarde, Magnus convocou um Demônio Maior, Azazel (Tenente do Inferno e Forjador de Armas) para pedir novamente a arma. Ele tomou uma lembrança de cada pessoa e deu-os a Azazel em troca de sua ideia. Magnus mais tarde também disse a Simon que, se não fosse por Alec, ele já teria desaparecido de cena e se esconderia até a batalha e todo o resto tivesse terminado.

Finalmente, quando tudo mais falhou, Magnus ajudou a convocar o Anjo Raziel no espaço largo e vazio perto da fazenda de Luke e Simon conseguiu obter Gloriosa, a espada do Arcanjo Miguel. Quando o Time do Bem descobriu as intenções de Sebastian, Magnus criou um Portal para transportar um grande grupo de combatentes – Caçadores de Sombras e Lobisomens - para o Sétimo Local Sagrado, onde se envolveram em uma guerra com os Nephilim Malignos. Magnus se machucou enquanto protegia Simon de Amatis, que se transformara em uma Caçadora de Sombras Maligna, recebendo uma ferida grave no peito. Alec deixou Magnus tomar sua força – como na noite da batalha no navio de Valentim – para se curar.

Ao retornar a Nova York, Magnus descobriu sobre as reuniões privadas de Alec com Camille. Alec acabou encontrando-o em um metrô abandonado, onde ele deveria estar conhecendo Camille, obviamente esperando por ele, para seu choque. Magnus estava chateado com o fato de Alec pensar em tirar sua imortalidade e manter em segredo, sem se preocupar em contar a ele sobre a oferta de Camille. Lá, ele também revelou como ele, de fato, estava considerando tirar sua imortalidade, revelando como isso fazia parte da razão pela qual ele queria o Livro Branco durante a Guerra Mortal. Ele disse que, desde que ele tinha visto tudo e estado em todo lugar do mundo, tudo o que sempre quis era simplesmente viver o resto de sua vida e envelhecer com alguém que realmente o amava e o queria, e esperava que fosse com Alec. Apesar de Alec implorá-lo emocionalmente por outra chance, Magnus recusou-se, pedindo-lhe que tirasse as coisas do apartamento e deixasse a chave dele na mesa, dizendo que desejava nunca mais vê-lo ou a seus amigos e familiares, cansando de ser seu "feiticeiro de estimação". Os dois compartilharam um último abraço apaixonado e beijo final antes de Magnus se afastar relutantemente, deixando um Alec com coração partido e choroso.[25]

A Guerra Maligna

Durante algum tempo depois disso, Alec continuou ligando para Magnus, mas continuou desligando sempre que Magnus atendia e, às vezes, deixava mensagens em seu correio de voz.[26] Isso, eventualmente, resultou em Jace quebrando seu telefone para que Alec parasse de ligar para ele. Magnus estava tão miserável quanto Alec em relação a sua ruptura quando Jace foi confrontá-lo. Jace sem rodeios apontou que ele estava obviamente infeliz, já que seu apartamento estava uma bagunça e ele tinha recipientes de comida para viagem em todos os lugares, claramente sobrevivendo pedindo comida fora.

Mais tarde, Magnus foi para o Hunter’s Moon com Catarina para tomar algumas bebidas, onde Magnus olhou para Bat Velasquez enquanto trabalhava como DJ. Catarina o criticou sobre sua divagação, e ele admitiu que sua mente estava em outras coisas, levando Catarina a avisá-lo para não fazer nada estúpido. Magnus afirmou que não repete seus erros, mas Catarina argumentou que ele simplesmente cometeu erros novos e piores. Catarina surgiu com a conversa sobre Alec e disse-lhe que não o tinha visto tão ligado em alguém como ele estava com Alec, acrescentando que o viu com Alec quando partiram para Idris no Portal. Ela disse a ele que com Alec, ele estava realmente feliz, em vez de miserável, como quando estava com Camille. Finalmente, Magnus admitiu que seu problema era que ele podia sentir o mundo mudar; ele citou o fato de que, apesar de Caçadores de Sombras terem sobrevivido quase um milênio, ainda havia feiticeiros que existiam, que se lembravam de um mundo quando não havia Nephilim nele, e temia que o mundo logo precisasse aprender a viver sem eles novamente. Ele continuou dizendo que não conseguia abalar a sensação de que o apocalipse estava chegando, e acrescentou: "Valentim Morgenstern quase aniquilou os Caçadores de Sombras, e seu filho é duas vezes mais esperto e seis vezes mais cruel".

Catarina percebeu o quanto Magnus estava apaixonado por Alec e citou Tessa como um exemplo, de que às vezes o amor vale a dor da morte. Ela então insistiu para que Magnus voltasse a ocupar o cargo de Representante do Conselho para os Filhos de Lilith para que ele pudesse ir a Idris e se acertar com Alec, antes de lhe entregar um convite para o jantar de Meliorn para os Representantes do Conselho. O jantar em si foi apenas um truque para na verdade oferecer aos líderes do Submundo uma oportunidade de se unir com Sebastian em troca das vidas dos líderes e suas espécies. Luke, Jocelyn, Magnus e Raphael recusaram a oferta. Como consequência, os líderes foram presos em outra dimensão por Sebastian para ele chantagear os Caçadores das Sombras para lhe dar Clary e Jace em troca de suas vidas.

Mesmo quando derrotaram Sebastian, eles ainda ficaram presos na outra dimensão. Desesperado, Magnus concordou em chamar seu pai, revelando ser o Príncipe do Inferno Asmodeus e o governante de Edom. Asmodeus concordou em ajudá-los a retornar com segurança ao mundo deles, em troca de Magnus, sua imortalidade e, portanto, sua vida. Magnus concordou, embora o fato de que o processo, vendo toda a sua vida passar diante de seus olhos, poderia matá-lo. Simon, não querendo sacrificar Magnus, mas disposto a sacrificar algo, vê sua vida condenada como vampiro, e se oferece para ocupar seu lugar. Asmodeus concordou, ansioso pelo poder de um Diurno. Para combinar com quase 400 anos de vida de Magnus, Asmodeus disse-lhe que também levaria as memórias de Simon do Mundo das Sombras, incluindo Clary e o resto deles, e, em troca, ele daria a Simon a sua vida como mundano. Simon concordou, para o horror dos outros, e quando Asmodeus levou a imortalidade e as memórias de Simon, os enviou de volta ao seu mundo, a Alicante.

Depois de decidir finalmente abrir mais sobre seu passado para Alec, o casal se reconciliou e voltou a ficarem juntos.[1]

Começando uma Família

A pedido de Catarina, Magnus concordou em dar uma série de palestras na Academia dos Caçadores de Sombras como convidado. Ele levou Alec junto com ele, e o casal ficou em uma suíte – na verdade, dois quartos do sótão que se conectavam – no topo da Academia.

No primeiro dia deles no local, um bebê feiticeiro foi encontrado nos degraus da Academia. O instinto de Simon foi ir até ele por ajuda - o que resultou em ele entrando no quarto de Magnus e Alec, enquanto eles faziam sexo. No entanto, Magnus foi com Simon. Não querendo deixar a criança à mercê da Clave, Magnus e Alec decidiram ficar com o bebê. Enquanto Magnus ponderava como ele acharia uma casa onde a criança seria amada, Alec se apegou ao bebê e considerou mantê-lo e criá-lo com Magnus, uma ideia que Magnus inicialmente relutou.

Eventualmente, Magnus concordou em manter o bebê com eles. Quando Alec sugeriu que eles se casassem, Magnus disse que ele só se casaria com Alec quando os segmentos da Clave, particularmente como eles veem uniões entre Caçadores de Sombras e Integrantes do Submundo, mudasse. O casal decidiu nomear o filho recém-adotado, Max, em homenagem ao irmão mais novo de Alec que morreu durante a Guerra Mortal.

Durante a sua estadia, Catarina mostrou-lhe o antigo quarto de Ragnor na Academia. No quarto havia uma carta e uma moeda que Raphael Santiago enviara a Ragnor, que Catarina manteve para lembrá-la do que estava tentando fazer para homenagear a memória de Ragnor. Conhecendo a conexão de Magnus com Ragnor e Raphael, ela lhe deu a moeda e a carta.

Também percebendo que Catarina confiava em Simon e que o menino estava tentando moldar seus colegas de classe Caçadores de Sombras, e aqueles que aspiravam se tornar Caçadores de Sombras, para se tornar uma geração melhor de Nephilim, ele decidiu conversar com ele quando se encontraram. Ele deu-lhe alguns conselhos sobre encontrar-se, escolher um nome e sobre mudar seu mundo, e ele deu a Simon a moeda que pertencia a Raphael, que ele havia dado a Ragnor como um símbolo de educação no mundo antigo e para sorte, aparentemente encantada por uma fada, na reforma dos Caçadores de Sombras que Ragnor ensinou.[6]

Quando Alec encontrou um menino Caçador de Sombras órfão em Buenos Aires, ele e Magnus fizeram arranjos para adotá-lo e finalmente conseguiram depois de vários meses. Eles decidiram nomeá-lo Rafael Santiago, em homenagem a Raphael.[7][8]

O Guardião

Em agosto de 2012, quando um surto de magia necromante foi detectado em Los Angeles pelo mapa do Instituto de Nova York, Magnus foi investigar, apenas parando no meio do caminho de sua viagem com Alec para Buenos Aires, e se encontrou com Malcolm para perguntar-lhe sobre isso. Malcolm disse-lhe que era um necromante rebelde que a tutora do Instituto local, Diana Wrayburn, já havia lidado.

Emma Carstairs e Julian Blackthorn também fizeram uma visita a Malcolm no dia em que ele estava lá. Quando Magnus perguntou sobre o propósito de sua viagem e não conseguiram responder, Magnus imediatamente e corretamente suspeitava que estavam investigando os recentes assassinatos de mundanos e fadas; apesar de não terem permissão por causa da Paz Fria, Magnus não se importou porque sempre achou a Paz Fria desprezível. Emma perguntou-lhe sobre as linhas ley e, embora não pudesse dizer muito antes de serem interrompidos por Malcolm, ele disse a Emma sobre as convergências.

Quando Fade – que foi descoberto como o Guardião e a pessoa por trás dos assassinatos – foi morto por Emma, a convergência que ele usou como base para suas atividades necromânticas foi destruída, removendo suas proteções que o esconderam do mapa do Instituto de Nova York.[27] Magnus foi imediatamente alertado na noite da festa de noivado de Simon e Isabelle e, para não interromper a festa, apenas contou ao Inquisidor Robert, Jace e Clary.[8] Os quatro foram transportados para o Instituto de L.A.. Julian e as outras crianças foram interrogadas por Robert sobre os eventos, e Magnus ficou devastado, e inicialmente incrédulo, ao ouvir que Fade era o Guardião e aprender sobre a verdadeira história trágica de Annabel Blackthorn.[27]

Descrição Física

Codex Magnus

Magnus parou de envelhecer com cerca de 19 anos e, portanto, parece bastante jovem. Magnus tem a pele marrom, é muito alto, com um corpo longo e magro. Suas marcas de bruxo são seus "olhos de gato" verde-amarelados com pupilas verticais e sua falta de umbigo. Ele também é notado como tendo uma aparência um pouco asiática, devido à curva de seus olhos. Ele tem o cabelo preto escuro; Seus penteados mudou ao longo dos anos, variando de curto e arrepiado para reto e no comprimento do ombro.

Ele usa todos os tipos de maquiagem, como glitter em torno de seus olhos, batom e esmalte. Ele gosta de exibir sua beleza, muitas vezes vestindo-se em conjuntos extravagantes e chamativos, que é visto por alguns como estranho ou único.

Competências e Habilidades

  • Imortalidade: Como um feiticeiro,foi concedido imortalidade à Magnus. Fisicamente, Magnus não envelhece e tem mantido a aparência de um 19 anos desde o século XVI.
  • Magia: Magnus tem acesso a poderes mágicos que muitas vezes se manifestam como chamas azuis ou faíscas na ponta dos dedos. Magnus é capaz de conjurar magias e realizar rituais de convocação.

Relacionamentos

Alexander, estou vivo há centenas de anos. Eu estive com homens, estive com mulheres - com fadas e feiticeiros e vampiros, e até mesmo um djinn ou dois.

–Magnus para Alec, Cidade dos Anjos Caídos

Interesses Amorosos

Mais de um século depois, em Os Instrumentos Mortais, ele se envolve romanticamente com Alec Lightwood, proporcionando o primeiro beijo e sendo o primeiro relacionamento do garoto. Foi apontado que o cabelo preto e olhos azuis são sua combinação favorita - características vistas em Alec, Will e Axel.

A questão de sua imortalidade contra a mortalidade de Alec é levantada várias vezes em Cidade do Anjos Caídos, quando Camille, ex-namorada/amante de Magnus, diz que em sessenta ou setenta anos, Alec acabará por envelhecer e morrer enquanto Magnus continuará a viver para sempre. Isto, no qual, provoca complicações pesadas na relação dos dois. No entanto, é revelado em Cidade das Almas Perdidas que Magnus havia considerado seriamente em tirar a sua imortalidade, confessando que, enquanto ele é imortal, tudo o que ele queria era encontrar alguém que amava para viver o resto de sua vida e envelhecer e esperava e queria que isso fosse com Alec. Em As Crônicas de Bane, Magnus expressa medo de ter seu coração partido por Alec, citando que embora tivesse atravessado centenas de decepções, ficou aterrorizado com a idéia de Alec cometer o ato.

Alec é um tanto simbólico das coisas do passado de Magnus: Alec tem olhos azuis e cabelo preto, traços que Magnus admirava nos Herondale e alguns outros parceiros passados, e algo que ele se referiu como sua combinação favorita.[12][16][22] Alec é também um Lightwood - uma família que Magnus costumava desprezar, ou pelo menos era geralmente indiferente.

Magnus conheceu Etta por volta de 1938 em um clube, onde ele pediu para ela uma dança. Segundo ela, no final da música, ela tinha se apaixonado por ele. Os dois começaram a se ver, seu relacionamento bastante sério, e Etta tinha aprendido o que ele realmente era - um feiticeiro - e sabia do Mundo das Sombras. Também se tornou uma tradição para o casal dançar em seu quarto tarde da noite, quando Magnus estava impossibilitado de se juntar a ela e dançar com ela em seu clube.

No entanto, particularmente por volta de 1953, Etta lentamente percebeu que ela poderia querer uma família. Quando lhe perguntaram se ela iria querer a imortalidade, Etta disse que não, e insistiu que, mesmo que ela gostaria de ter mais tempo com ele, ela não estava disposta a parar o tempo para si mesma para fazê isso.

Eventualmente, Etta o deixou. Ela, no entanto, permaneceu sendo uma pessoa muito bem lembrada e amada de Magnus, e foi a última pessoa que Magnus verdadeiramente amou durante meio século, até Alec Lightwood.

Magnus se encontrou e se apaixonou por Imasu em 1890, quando ele, Catarina e Ragnor estavam na cidade de Puno, no Peru. Para desenvolver seu relacionamento mais tarde ele se engajou em aprender a tocar o instrumento musical, chamado charango, o qual ele falhou. Eles tiveram um romance de férias bastante curto. Durante o período de seu relacionamento, Magnus nunca chegou a dizer para Imasu sobre magia e sua origem demoníaca. Magnus até tinha pensado em oferecer que ele e Imagu vivessem juntos, antes que Imasu rompesse com ele. Imasu sentiu que Magnus era muito efêmero. Nisto, Magnus riu e disse-lhe que ele era "a pessoa mais permanente" que ele iria encontrar. Eles nunca mais se falaram novamente depois disso.

Em As Peças Infernais, ele é o amante da Lady Camille Belcourt. No entanto, eles terminam depois que Magnus descobre que Camille foi a São Petersburgo para ficar com um amante humano. Apesar do que aconteceu, no entanto, Magnus ainda se preocupava com ela o suficiente para ajudar ela e seu clã a abandonar seu vício em drogas.

Magnus conheceu Axel em Paris em 1791, quando o conde o conheceu, esperando utilizar sua magia para ajudar a família real a escapar do país. Magnus foi instantaneamente atraído pelo homem, que tinha sua combinação física favorita - cabelos negros e olhos azuis.

Depois de resgatar a rainha, Maria Antonieta, Axel e seus homens os encontraram. Enquanto Axel disse que suas boas ações seriam lembradas, Magnus disse que ele só se importava se ele se lembrasse. Então impulsivamente, Axel o beijou antes de partir. Algumas semanas mais tarde, Magnus, culpado pelas mortes de seus servos leais e bondosos, recebeu uma carta da irmã de Axel, que pediu sua ajuda para impedir que seu irmão tentasse salvar o rei e a rainha, que foram pegos. Magnus decidiu que a vida mundana era passageira e optou por não se envolver mais.

Amigos

  • Catarina Loss
    • Catarina é uma das amigas mais próximas de Magnus. Eles compartilham uma estreita relação um com o outro, uma vez que ambos são imortais, e Magnus havia salvo Catarina de ser queimada como uma bruxa. Magnus diz que Catarina "teve um bom coração" desde que ela escolheu curar outros.
  • Ragnor Fell
    • Juntamente com Catarina, esses três eram um grupo muito próximo de amigos feiticeiros. Ragnor muitas vezes castigava e zombava de Magnus por suas decisões, mas eram bons amigos, no entanto.
  • Tessa Gray
    • Magnus e Tessa se tornaram amigos íntimos ao longo dos anos desde que se conheceram pela primeira vez na festa de Alexei de Quincey em 1878. Após a morte do marido de Tessa em 1937, ela e Magnus dividiram um apartamento em Paris por cinco anos. Durante esse tempo, ele a ajudou a superar a morte de seu amado. Eles desde então têm sido bons amigos, ocasionalmente visitando um ao outro.

  • Raphael Santiago
  • Lily Chen
  • Woolsey Scott
    • Após deixar Camille, Magnus ficou com Woolsey por algum tempo. Magnus e Woolsey não possuem tanto uma relação romântica, mas uma de circunstâncias e habitação, bem como satisfação física.

Aparições

Galeria

Veja mais aqui

Etimologia

Magnus escolheu o nome "Magnus" em referência ao termo efeito Magnus – um fenômeno onde um objeto em movimento de repente muda seu caminho e "vai para algum lugar que você nunca teria esperado."[6]

O nome Magnus significa "grande" em latim e foi um dos primeiros nomes usados entre os romanos. Seu sobrenome, Bane, significaria 'glorioso defensor' em eslavo; entretanto, a tradução mais apropriada de Bane é "destruição". Se todo o seu nome for traduzido, Magnus Bane significaria "grande destruição".

Curiosidades

  • Magnus se identifica como bissexual.
  • A verdadeira idade de Magnus é conhecida apenas por algumas pessoas, como Catarina Loss e Ragnor Fell. Ele mentiu sobre sua idade desde que era jovem, muitas vezes para impressionar os clientes e fingir experiência, fazendo-se parecer mais velho e antigo, às vezes mais jovem, como ele entendesse.[12]
  • Magnus é conhecido por suas festas, que ele ama dar tanto para Seres do Submundo quanto Caçadores de Sombras.
  • Magnus possuiu gatos de estimação em Nova York ao longo dos anos, como Grande Catsby e Presidente Miau, para quem Magnus dá várias festas, uma decisão motivada por seu cuidado temporário de Raphael Santiago em 1953.[11]
  • Tendo se mudado para a Espanha a partir de sua cidade natal, o espanhol foi a primeira língua que aprendeu após a sua língua nativa, indonésio. Além desses dois, Magnus também se tornou fluente em várias outras línguas mundanas depois de anos viajando pelo mundo, bem como línguas demoníacas, como Purgatic, Gehennic e Tartarian.
  • Por que seu pai, Asmodeus, já foi um anjo, luz enfeitiçada, que normalmente só acende através do toque de um Nephilim, responde ao dele. Ele responde de forma diferente, dando um brilho vermelho escuro. Entre ele e Alec, o brilho luz enfeitiçada mudou de cor.[30]
  • Mais de uma década antes de Magnus se encontrar com Alec, ele indiretamente o chamou de "pirralho repelente sem dúvida" depois de conhecer seus pais, ambos membros do Ciclo.
  • Ele e Alec estão preparados para se casar.[31][32][33]
  • Enquanto Magnus não foi concebido para ter um papel tão grande na série,[34] ele é até agora o único personagem (à exceção de Church) a aparecer em cada volume principal da série.

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 Cidade do Fogo Celestial
  2. 2,0 2,1 "[Ele] nasceu nos anos 1600," Cassandra Clare no Twitter Eua-icone
  3. O Herdeiro da Meia-Noite
  4. 4,0 4,1 Os Rumos do Amor Verdadeiro (E Os Primeiros Encontros)
  5. 5,0 5,1 Cidade das Cinzas
  6. 6,0 6,1 6,2 Nascido na Noite Infinita
  7. 7,0 7,1 7,2 Uma História de Notáveis Caçadores de Sombras e Habitantes do Submundo
  8. 8,0 8,1 8,2 Uma Longa Conversa, um extra de Dama da Meia-Noite
  9. Altura Malec, Cassandra Clare no Twitter Eua-icone
  10. 10,0 10,1 Cidade dos Ossos
  11. 11,0 11,1 11,2 Salvando Raphael Santiago
  12. 12,0 12,1 12,2 12,3 12,4 12,5 12,6 O Que Realmente Aconteceu No Peru
  13. 13,0 13,1 Princesa Mecânica
  14. A Rainha Fugitiva
  15. Vampiros, Bolinhos e Edmund Herondale
  16. 16,0 16,1 16,2 Anjo Mecânico
  17. Príncipe Mecânico
  18. Ascensão do Hotel Dumort
  19. A Queda do Hotel Dumort.
  20. A Última Batalha do Instituto de Nova York
  21. Beijado, uma história curta do primeiro beijo de Magnus e Alec
  22. 22,0 22,1 O Que Comprar Para o Caçador de Sombras Que Já Tem Tudo
  23. 23,0 23,1 Cidade de Vidro
  24. Cidade dos Anjos Caídos
  25. Cidade das Almas Perdidas
  26. O Correio de Voz de Magnus Bane
  27. 27,0 27,1 Dama da Meia-Noite
  28. Reunião de feiticeiros, Cassandra Clare no Tumblr Eua-icone
  29. Snippet de Lord of ShadowsCassandra Clare no Tumblr Eua-icone
  30. O Correio de Voz de Magnus Bane
  31. Um dia, Cassandra Clare no Twitter Eua-icone
  32. Plano, Cassandra Clare no Twitter Eua-icone
  33. Poesia estranha, Cassandra Clare no Tumblr Eua-icone
  34. Transcrição de um Live Cat do Mundie Moms com CC, Fuck Yeah! Mortal Instruments Eua-icone
Feiticeiros
Aldous Nix † | Alto Feiticeiro da Cidade do México | Anne Shade † | Baba Agnieszka | Barnabas Hale | Catarina Loss | Clancy | Elias † | Elphas | Isaac Laquedem | John Shade † | Madran | Mãe da Dorothea | Magnus Bane | Malcolm Fade † | Max Lightwood-Bane | Ragnor Fell † | Sra. Black † | Tessa Gray
Família do Magnus
Alec Lightwood | Magnus Bane | Max Lightwood-Bane | Rafael Lightwood-Bane
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