Fandom

Wiki Caçadores de Sombras

Magnus Bane

915 pages em
Este wiki
Adicione uma página
Discussão0 Compartilhar
ALERTA DE SPOILER: Detalhes do enredo a seguir. Aconselhamos atenção!
VF Rune, Quietude.png Este artigo ainda está em processo de composição.

Devido ao processo de criação, as informações contidas neste artigo podem estar imcompletas, desordenadas, sem fontes ou simplesmente inexatas.

Outras versões
Você poderia me dar o passado, mas Alec é meu futuro.

–Magnus para Camille Belcourt, Cidade dos Anjos Caídos

Magnus Bane
CJ Flowers, Magnus 02.jpg
Informação Biográfica
Nascimento: Por volta de Dezembro[1] de 1600[2]
Batávia, Índias Orientais Holandesas
(agora Jacarta, Indonésia)
Idade: Em torno de 400 anos de idade[3][4][5][1][2]
Status: Imortal
Afiliação
Espécie:

Feiticeiro

Título:

Alto Feiticeiro do Brooklyn

Residência:

Brooklyn, Nova York
Madrid, Espanha (anteriormente)
Londres, Inglaterra (anteriormente)

Afiliação:

Clave

Relacionamentos
Família:

Asmodeus (pai)
Mulher desconhecida (mãe)
Alec Lightwood (noivo)[6]
Rafael Lightwood-Bane (filho adotivo)[7][8]
Max Lightwood-Bane (filho adotivo)

Descrição Física
Genêro: Masculino
Cor do Cabelo: Preto
Cor dos Olhos: Amarelo-esverdeados
Características
Únicas
:

Olhos de gato
Sem umbigo

Altura: 1,87m[9]
GALERIA

Magnus Bane é o Alto Feiticeiro do Brooklyn. Tendo mais de quatro séculos de idade, a sua vida, desde então, está entrelaçada com vários Caçadores de Sombras e Seres do Submundo ao longo dos séculos.

Biografia

Vida Pregressa

Magnus nasceu de uma mulher metade Holandesa e metade Indonesiana e do Príncipe do Inferno Asmodeus no século 16 em Jacarta, Indonésia, na época conhecida como Batávia das Ilhas Leste Holandesas. Ele nasceu com uma aparência comum, exceto pelos olhos âmbar anormais.

Magnus foi criado em uma fazenda com sua mãe e o marido dela, ambos os quais criaram-no com muito amor. No entanto, quando a marca de feiticeiro de Magnus se desenvolveu e eles perceberam que ele era filho de um demônio, ambos tiveram medo dele. Magnus se desprezou, e sua mãe logo se enforcou no celeiro. Quando Magnus tinha 10 anos, seu padrasto tentou afoga-lo, mas, ao invés disso, foi queimado quando Magnus lançou seus poderes em sua direção. [10] Ele então foi levado por um eclesiástico e criado pelos Irmãos do Silêncio de Madrid, Espanha, no século 17. [11] Ele recebeu o nome “Magnus Bane” deles. Foi na Espanha que Magnus, mais tarde, conheceu e salvou Catarina Loss de ser queimada por bruxaria, quem mais tarde se tornou sua amiga imortal e por toda vida. [12]

De alguma forma, Magnus tomou conhecimento de quem era seu pai, Asmodeus. Consciente da influencia de seu pai, Magnus ocasionalmente usou de seu poder e notoriedade para seu próprio bem. Sendo um feiticeiro muito poderoso e habilidoso, Magnus começou a cobrar por seus feitiços muito jovem, antes mesmo de se tornar um feiticeiro totalmente desenvolvido. Mesmo que tivesse menos de 20 anos de idade, já começou a mentir sobre sua idade, alegando ter centenas de anos de vida, velho o suficiente para conhecer figuras históricas como Júlio César e certos oráculos, para conseguir uma maior confiança de seus clientes. [12]

Em algum ponto, Magnus se apaixonou por alguém e, pela primeira vez em sua longa vida, ficou com sua amante pelo período que durou a vida da moça mundana. Mesmo após 30 anos desse ocorrido, ele ainda não havia superado a dor, mas ela se tornou tolerável, e estava em suas férias estendidas, procurando por aventuras em lugares como o Peru, incapaz de parar em um lugar com o pensamento de sua amante ainda picando sua mente.[12] Magnus citou essa quebra do coração por volta de um século depois para uma amiga feiticeira que havia perdido seu primeiro amor, dizendo que o primeiro era sempre o mais difícil. [13]

Aventuras

Em 1971, Magnus foi capaz de convencer seu amigo Ragnor Fell a ir com ele para o Peru. Eles passearam pela cidade de Lima e eventualmente foram para Arequipa, uma das cidades favoritas de Magnus no Peru. Lá, uma mulher chamada Giuliana os guiou através da floresta tropical, onde Magnus foi perseguido por uma macaco aranha macho e dominador, do qual por pouco ele escapou.

Por volta daquela época ele foi contratado por Edmund García, um rico mercador peruano, para o ajudar a transportar sua carga de guano. Enfurecido por descobrir que guano era, na verdade, excrementos de pássaro, e por acidentalmente terem caído no porão de cargas, Ragnor acabou por lançar um feitiço que acabou afundando o navio e a carga, deixando os dois sujos e sem o pagamento.[12]

Em junho do mesmo ano, durante a Revolução Francesa, Magnus estava se divertindo em Paris, a cidade que ousadamente aderiu seus princípios fashion. Ele foi literalmente pego no meio daquilo quando o Conde Axel von Fersen o abordou e pediu para ajuda-lo a retirar a família real de Versalhes. Encantado pelo Conde, Magnus concordou com seus planos em troca de um jantar com ele e os dois viraram amigos.

Na noite da fuga, depois que ele glamurou a rainha Maria Antonieta com sucesso, o plano teve um problema quando a rainha se perdeu e correu para os vampiros, particularmente Coselle do clã de vampiros de Paris. Ela foi imediatamente levada a festa e sendo jogada para o líder do clã, Marcel Saint Cloud, onde, coincidentemente, Magnus também estava. Incapaz de convencer os vampiros a deixar a rainha ir, ele teve que improvisar e recorrer a mentiras para fugir com a rainha. Com um balão de ar quente, ele escapou com a rainha e se encontrou com o Conde. Os esforços de Magnus foram ricamente compensados quando o Conde muito agradecido o beijou antes de separarem seus caminhos.

Por conta do incidente na festa, Marcel retaliou contra Magnus ao destruir sua casa e levar seus dois servos, Claude e Marie. Um dos subjugados de Marcel, Henri, ficou para trás para escoltar Magnus de volta a ele. Magnus se recusou e enviou uma última mensagem pedindo trégua a Marcel. Para evitar mais confusão, Magnus deixou Paris imediatamente, com seu novo macaco, Ragnor, junto. Ele fugiu para os Alpes, onde iria evitar qualquer coisa francesa, não querendo se preocupar ou pensar em seus problemas com os vampiros ou a Revolução, para nenhum proveito. De um nobre fugitivo de Dijon, ele ouviu sobre a eventual captura do rei e da rainha em Varennes. Preocupado com sua segurança, Magnus escreveu uma carta ao Conde, apenas para receber uma resposta de sua irmã, Sophie. Quando Sophie pediu a Magnus para convencer Axel a não arriscar sua vida, Magnus, achando a vida dos mundanos muito complicada, mesmo que fugaz, e sabendo que o Conde estava determinado e intransitável, escolheu ignorar seu pedido e seguir com sua vida.[14]

Estadia em Londres

Primeiros Encontros

Em 1857, Magnus visitou Londres para participar de uma reunião da Clave com companheiros Membros do Submundo. Lá, ele conheceu o obstinado Caçador de Sombras Edmund Herondale, que se apaixonou por uma mundana, Linette Owens. Tendo estado presente no dia em que o casal se encontrou, Magnus testemunhou o que mais tarde levaria à decisão dolorosa que Edmund fez: deixar sua vida como Caçador de Sombras para trás para ficar com seu amor.

Ao mesmo tempo, Magnus também encontrou pela primeira vez a vampira Camille Belcourt e se insinuou para ela. O par se conectou, e Magnus encontrou-se competindo com o lobisomem Ralf Scott para afeições de Camille. Influenciado pelo desgosto de Edmund, Magnus decidiu dar ao mortal Scott uma chance de amor com Camille. Como presente de despedida, Magnus comprou a Camille um colar encantado e caro, comprado pelo valor que obteve depois de vender sua casa em Grosvenor Square. Magnus pediu despedida a Camille, e eles se separaram com um beijo e uma promessa de se encontrar novamente.[15]

Vivendo com Camille

Em 1878, Magnus tinha voltado a Londres e se reuniu com Camille, tendo terminado seu tempo com o já falecido Ralf. Em certo momento, Magnus estava com Camille, Ragnor, que já se tornara o Alto Feiticeiro de Londres, e de Quincey em um dos eventos do Clube Pandemônio, e foi visto por um investigador Caçador de Sombras, Will Herondale.

Em uma tentativa de se vingar de Alexei de Quincey, o vampiro que tinha matado Ralf, Camille disse ao Enclave de Londres sobre suas festas ilegais do Submundo. Para ajudar com a infiltração, Camille fez com que Magnus conhecesse Tessa Grey, que tinha se metamorfoseado em Camille, e Will na festa de Quincey. Ele os acompanhou através da casa e, como o grupo suspeitava que de Quincey era o Magistrado, os ajudou a entender o esquema de um autômato criado com um feitiço de ligação que encontraram na biblioteca de De Quincey. Depois, ele os levou à cerimônia para eles testemunharem de Quincey quebrando a Lei.[16]

Salvando Will Herondale

Devido ao envolvimento de Camille na morte de De Quincey, ela foi forçada a deixar Londres para evitar a ira dos seguidores de De Quincey. Para desapontamento de Magnus, ela saiu sem lhe dizer para onde estava indo. Embora Magnus contemplasse simplesmente deixar sua casa em Londres e subjugar Archer, que Camille deixara sob seus cuidados, não podia, pois ainda amava Camille e esperava que ela voltasse para ele.

Pouco depois de seu último encontro, Will Herondale foi até Magnus e pediu-lhe para quebrar sua maldição – maldição que colocou em perigo as pessoas que ele amava ou cresceu perto, supostamente lançado por um demônio que Will liberou de uma Pyxis quando ele era uma criança. Intrigado pela tristeza assombrada do menino, Magnus concordou.[16]

Nos meses seguintes, Will continuou a visitar secretamente Magnus, enquanto continuavam a procurar o demônio azul que o amaldiçoava. Eles realizaram muitos feitiços e invocações em uma tentativa de chamar o demônio, embora nenhum dos demônios parecia ser o caminho certo.

Certa noite, Magnus ouviu de Archer que Will estava numa festa dada por Benedict Lightwood. Sabendo que as festas de Benedict eram notórias pelo perigo, Magnus foi e terminou interrompendo Will e Tessa se beijando, sob a influência de uma droga de um feiticeiro, na sacada. Ele avisou que Will foi facilmente reconhecido por Archer e que eles deveriam partir antes que mais alguém os reconhecesse. Ele transporta o par para o terreno da propriedade, onde Will corree de repente para perseguir um demônio azul – aquele que o amaldiçoou.

Mais tarde naquela noite, Will foi à casa de Camille, destruído, ferido e confuso, com o dente do demônio cravado em seu braço depois de ser mordido. Um Will frenético queria que Magnus convocasse o demônio para ele imediatamente, o que Magnus explicou que não era possível. Will então desmaia devido à picada venenosa e Magnus o cura.

Pouco depois, Camille voltou inesperadamente e apareceu na casa. Como um teste, Magnus perguntou-lhe onde ela estava. Camille alegava ter vindo de Paris; Magnus imediatamente soube que era uma mentira, já que havia rastreado seu subjugado Walker em São Petersburgo, na Rússia, onde os informantes de Magnus lhe disseram que Camille estava vivendo com um amante mundano. Finalmente, aceitando que Camille não o amava da maneira que ele a amava, Magnus terminou seu relacionamento com Camille e, usando a presença de Will, que era pouco consciente para sua vantagem, fingiu estar em um relacionamento com Will e beijou-o. Ele partiu com Will logo depois, enquanto Camille, que estava furiosa com o fato de Magnus namorar um Caçador de Sombras e flertar com ele em sua própria casa, expulsou Magnus e terminou qualquer relações futuras com ele. Quando Will, confuso, perguntou a Magnus se ele tinha acabado de beijá-lo, Magnus negou, dizendo-lhe que devia ser os feitiços de dor que o faziam alucinar.

Magnus mais tarde se reconectou com seu amigo lobisomem Woolsey Scott e temporariamente se mudou com ele. Eventualmente, Magnus entrou em contato com Will e o chamou para casa de Woolsey. No quarto de Ralf, Magnus prosseguiu convocando o demônio que possuía o dente que Will obteve, finalmente o mesmo que o amaldiçoou – Marbas. Finalmente bem-sucedido, Will confrontou o demônio, onde foi revelado que Will foi, na verdade, apenas enganado em acreditar que havia sido amaldiçoado - um truque particularmente cruel que assombrou Will por cinco anos.

Durante este tempo, Magnus tinha começado a conhecer o homem Will era em sua essência e, eventualmente, percebeu a verdadeira razão pela qual ele queria livrar-se da maldição: ele tinha se apaixonado por Tessa. Ele ficou mais preocupado com ele, mesmo quando a verdade finalmente foi revelada. Woolsey, em certo ponto, apontou que se Magnus realmente não sentia nada pelo menino, então deveria ser o desejo de Magnus de "salvar cada ave caída".[17]

Ajudando o Enclave

Depois que a verdade foi revelada, Will evitou Magnus porque vê-lo era um doloroso lembrete de seu tormento. Will, no entanto, escreveu-lhe uma pequena carta, dizendo-lhe que Tessa estava noiva de Jem Carstairs, mas pediu-lhe para não responder. Algumas semanas depois, Jem, cuja vida dependia de yin fen, ficou sem seu próprio suprimento da droga e não teve outra fonte, já que Axel Mortmain havia acumulado o resto em Londres, levando Will e Tessa a se aproximarem de Magnus para obter conselhos sobre como possivelmente salvar Jem. Enquanto Magnus inicialmente estava cético para ajudá-los, ele finalmente concordou em fornecer ajuda de alguma forma, embora nem ele estava certo de que maneira.

Quando Woolsey provocou Will pelos seus sentimentos por Tessa, Woolsey e Will lutaram e Magnus teve que separá-los. Magnus, tendo recuperado o pingente encantado que ele tinha dado a Camille, mais tarde deu a Will por precaução.

Durante um ataque ao Instituto, Tessa foi sequestrada por criaturas mecânicas, e Jem entrou em colapso depois de tentar resgatá-la. Desesperado Will chamado Magnus e lhe disse que não sabia o que fazer: ficar com Jem, ou sair atrás de Tessa. O feiticeiro perguntou se Jem sabia sobre os sentimentos de Will em relação a Tessa, o que ele respondeu negativamente. Magnus disse a Will que estar lá no final da vida de Jem não era o importante, mas estar lá para cada outro momento. Ele então disse que ficaria e vigiaria Jem enquanto Will iria atrás de Tessa. Então Magnus sai do quarto para dar uma chance de Will se despedir de Jem. Para ganhar tempo para Will em sua missão resgatar, Magnus juntou-se com Henry Branwell para construir um dispositivo que poderia ajudar a derrotar Mortmain. Juntos criaram um Portal para que os Caçadores de Sombras chegassem a Cadair Idris. Lá Magnus primeiro encontrou Will e Tessa e os soltou. Mais tarde eles se juntaram à batalha unidos.

Depois que Mortmain foi derrotado, Magnus juntou-se à festa de celebração da Ascensão de Sophie Collins, durante a qual encontrou Will perto das portas dianteiras do instituto. Ele havia ido se despedir já que estava deixando Londres e partindo para Nova York.[18]

De Volta ao Peru

Magnus e Ragnor mais tarde retornaram ao Peru em 1885 com Catarina Loss, principalmente por um emprego que foram contratados e para ajudar Nayaraq recuperar o tesouro de sua família das ruínas em Pachacamac. Ao cumprir sua parte, Magnus percebeu que não era o tesouro, mas a verdade e realidade das fadas e a conexão de sua família com elas que Nayaraq estava realmente em busca. Devido a esta atribuição, no entanto, os três foram marcados como criminosos procurados por profanar um templo.

Convencidos por Catarina, os três permaneceram no Peru por muito mais tempo depois dessa última tarefa. Cinco anos depois, em 1890, estavam na cidade de Puno, vivendo junto ao Lago Titicaca, quando Magnus se encontrou com Imasu Morales, um músico. Querendo passar mais tempo com ele, Magnus pediu para ser ensinado a tocar um instrumento. Magnus começou a tocar o charango, terrivelmente, para o horror daqueles ao seu redor onde nem seus amigos podiam tolerá-lo. Eventualmente, Imasu o fez parar, admitindo que ele tinha mostrado o que havia aprendido, e poderia nunca, mostrar melhorias em tocando sua música, e que ele concordou em ensiná-lo porque ele também queria conhecê-lo. Com isso, Magnus finalmente decidiu desistir de música, fazendo com que a cidade realizasse um festival em comemoração.

Imasu tinha sido uma das poucas pessoas que Magnus começou a amar desde a morte de seu amado anterior. Apesar disso, ele ainda se viu incapaz de se abrir totalmente a ele, especialmente sobre seu passado e sua verdadeira natureza. Justo quando ele começou a considerar verdadeiramente contar a ele, até mesmo sobre magia, e se estabelecer com ele, Imasu o deixou, pensando que ele sentia que Magnus era efêmero, para a diversão e desânimo de Magnus. Com a ajuda de Catarina e Ragnor, Magnus conseguiu lidar e superar sua tristeza.

Outro Herondale

Em 1903, Magnus retornou a Londres convocado por Tatiana Blackthorn com uma oferta muito generosa em troca de seu serviço. Supondo que era para executar um feitiço para sua protegida, Grace Blackthorn, ele concordou. Enquanto estava em um clube para passar o tempo, Magnus viu James Herondale – uma imagem cuspida do pai do garoto, Will, que então ele considerava um velho amigo, atirando em lustres no clube. Magnus o confrontou sobre o uso de uma arma não Shadowhunter, uma pistola, à qual James respondeu que sabia quem era Magnus. Magnus então entregou James em casa (o Instituto de Londres) depois de persegui-lo em torno de Londres nas últimas horas. Tessa foi mostrada segurando uma esfera de luz em sua mão, ao qual Magnus observou que ela tem praticado magia desde a última vez que a viu. Ele também observou que ela não parecia mais do que três ou quatro anos mais velha do que a última vez que ele a viu. Ela o cumprimentou e mostrou seus instintos maternos segurando a cabeça do filho. Magnus então viu Will, que envelheceu desde a última vez que o viu (vinte e cinco anos antes). Will ainda era tão bonito como sempre, com cabelos negros desalinhados e olhos azuis brilhantes. Ele estava mais amplo, com linhas de riso, que Magnus pensou que o tornava mais bonito, já que ele parecia feliz.

Mudança para Nova York

Período de Vampiros

Em 1929, Magnus estava administrando um bar clandestino, Sr. Seca, durante a era da Proibição. O mundo mundano foi fortemente influenciado pela economia e problemas financeiros. Aldous Nix, o Alto Feiticeiro de Manhattan, tinha algumas cartas escondidas na manga e planejava fazer alguma magia negra. Magnus decidiu não se envolver e avisou o Instituto.

Em outubro de 1929, depois de todas aquelas longas festas de álcool e ressacas, ele finalmente notou a crise financeira mundana, depois de salvar um de seus companheiros de bebida, Alfie, de um salto suicida pela janela. Aparentemente, ao mesmo tempo, no Hotel Dumort, Aldous Nix abriu a porta para o Pandemônio, que por sua vez o engoliu e acabou conjurando metade do hotel juntamente com o bruxo. Fechar o Portal levou uma grande quantidade de energia de Magnus e um pouco de seu sangue. Quando voltou para seu quarto de hotel, ele encontrou Dolly. Depois de segui-la, ele descobriu que ela foi enviada a ele no início por Camille para dar-lhe uma dica sobre as coisas que estavam para acontecer.[19]

Em 1953, Magnus decidiu tentar ser um detetive. Sua primeira cliente foi Guadalupe Santiago, que lhe pediu para encontrar e salvar seu filho, Raphael. No entanto, era muito tarde para o menino, já que ele já havia se transformado em um vampiro. Ele levou o garoto com ele e o ajudou a se ajustar ao seu novo estado e aprender a se controlar, após o qual Raphael voltou para sua família.[11]

E Peru... Novamente

Foi em 1962 que Magnus retornou ao Peru mais uma vez, desta vez sozinho. Em Cuzco, Magnus conheceu uma garota chamada Kitty, uma con-artista que Magnus encantou para deixar seu então alvo, Geoffrey, para ficar com ele. Os dois se tornaram um casal e fiaram juntos por um verão, durante o qual eles tiveram orgia criminosa mágica.

Em certo ponto, o Alto Conselho de Feiticeiros Peruanos se reuniu em segredo e decidiu banir Magnus do Peru por "crimes indescritíveis". Magnus descobriu através de uma carta enviada para ele, e embora ele tenha perguntado por que foi banido, ele nunca descobriu.[12]

Retorno para Nova York

Em construção

Ajudando o Conclave

Em construção

A Guerra Mortal

Em construção

O Retorno de Camille

Em construção

Time do Bem

Em construção

A Guerra Maligna

Em construção

Começando uma Família

Em construção

Descrição Física

Codex Magnus.jpg

Magnus parou de envelhecer com cerca de 19 anos e, portanto, parece bastante jovem. Magnus tem a pele marrom, é muito alto, com um corpo longo e magro. Suas marcas de bruxo são seus "olhos de gato" verde-amarelados com pupilas verticais e sua falta de umbigo. Ele também é notado como tendo uma aparência um pouco asiática, devido à curva de seus olhos. Ele tem o cabelo preto escuro; Seus penteados mudou ao longo dos anos, variando de curto e arrepiado para reto e no comprimento do ombro.

Ele usa todos os tipos de maquiagem, como glitter em torno de seus olhos, batom e esmalte. Ele gosta de exibir sua beleza, muitas vezes vestindo-se em conjuntos extravagantes e chamativos, que é visto por alguns como estranho ou único.

Competências e Habilidades

  • Imortalidade: Como um feiticeiro,foi concedido imortalidade à Magnus. Fisicamente, Magnus não envelhece e tem mantido a aparência de um 19 anos desde o século XVI.
  • Magia: Magnus tem acesso a poderes mágicos que muitas vezes se manifestam como chamas azuis ou faíscas na ponta dos dedos. Magnus é capaz de conjurar magias e realizar rituais de convocação.

Relacionamentos

Alexander, estou vivo há centenas de anos. Eu estive com homens, estive com mulheres - com fadas e feiticeiros e vampiros, e até mesmo um djinn ou dois.

–Magnus para Alec, Cidade dos Anjos Caídos

Interesses Amorosos

Mais de um século depois, em Os Instrumentos Mortais, ele se envolve romanticamente com Alec Lightwood, proporcionando o primeiro beijo e sendo o primeiro relacionamento do garoto. Foi apontado que o cabelo preto e olhos azuis são sua combinação favorita - características vistas em Alec, Will e Axel.

A questão de sua imortalidade contra a mortalidade de Alec é levantada várias vezes em Cidade do Anjos Caídos, quando Camille, ex-namorada/amante de Magnus, diz que em sessenta ou setenta anos, Alec acabará por envelhecer e morrer enquanto Magnus continuará a viver para sempre. Isto, no qual, provoca complicações pesadas na relação dos dois. No entanto, é revelado em Cidade das Almas Perdidas que Magnus havia considerado seriamente em tirar a sua imortalidade, confessando que, enquanto ele é imortal, tudo o que ele queria era encontrar alguém que amava para viver o resto de sua vida e envelhecer e esperava e queria que isso fosse com Alec. Em As Crônicas de Bane, Magnus expressa medo de ter seu coração partido por Alec, citando que embora tivesse atravessado centenas de decepções, ficou aterrorizado com a idéia de Alec cometer o ato.

Alec é um tanto simbólico das coisas do passado de Magnus: Alec tem olhos azuis e cabelo preto, traços que Magnus admirava nos Herondale e alguns outros parceiros passados, e algo que ele se referiu como sua combinação favorita.[12][16][18] Alec é também um Lightwood - uma família que Magnus costumava desprezar, ou pelo menos era geralmente indiferente.

Magnus conheceu Etta por volta de 1938 em um clube, onde ele pediu para ela uma dança. Segundo ela, no final da música, ela tinha se apaixonado por ele. Os dois começaram a se ver, seu relacionamento bastante sério, e Etta tinha aprendido o que ele realmente era - um feiticeiro - e sabia do Mundo das Sombras. Também se tornou uma tradição para o casal dançar em seu quarto tarde da noite, quando Magnus estava impossibilitado de se juntar a ela e dançar com ela em seu clube.

No entanto, particularmente por volta de 1953, Etta lentamente percebeu que ela poderia querer uma família. Quando lhe perguntaram se ela iria querer a imortalidade, Etta disse que não, e insistiu que, mesmo que ela gostaria de ter mais tempo com ele, ela não estava disposta a parar o tempo para si mesma para fazê isso.

Eventualmente, Etta o deixou. Ela, no entanto, permaneceu sendo uma pessoa muito bem lembrada e amada de Magnus, e foi a última pessoa que Magnus verdadeiramente amou durante meio século, até Alec Lightwood.

Magnus se encontrou e se apaixonou por Imasu em 1890, quando ele, Catarina e Ragnor estavam na cidade de Puno, no Peru. Para desenvolver seu relacionamento mais tarde ele se engajou em aprender a tocar o instrumento musical, chamado charango, o qual ele falhou. Eles tiveram um romance de férias bastante curto. Durante o período de seu relacionamento, Magnus nunca chegou a dizer para Imasu sobre magia e sua origem demoníaca. Magnus até tinha pensado em oferecer que ele e Imagu vivessem juntos, antes que Imasu rompesse com ele. Imasu sentiu que Magnus era muito efêmero. Nisto, Magnus riu e disse-lhe que ele era "a pessoa mais permanente" que ele iria encontrar. Eles nunca mais se falaram novamente depois disso.

Em As Peças Infernais, ele é o amante da Lady Camille Belcourt. No entanto, eles terminam depois que Magnus descobre que Camille foi a São Petersburgo para ficar com um amante humano. Apesar do que aconteceu, no entanto, Magnus ainda se preocupava com ela o suficiente para ajudar ela e seu clã a abandonar seu vício em drogas.

Magnus conheceu Axel em Paris em 1791, quando o conde o conheceu, esperando utilizar sua magia para ajudar a família real a escapar do país. Magnus foi instantaneamente atraído pelo homem, que tinha sua combinação física favorita - cabelos negros e olhos azuis.

Depois de resgatar a rainha, Maria Antonieta, Axel e seus homens os encontraram. Enquanto Axel disse que suas boas ações seriam lembradas, Magnus disse que ele só se importava se ele se lembrasse. Então impulsivamente, Axel o beijou antes de partir. Algumas semanas mais tarde, Magnus, culpado pelas mortes de seus servos leais e bondosos, recebeu uma carta da irmã de Axel, que pediu sua ajuda para impedir que seu irmão tentasse salvar o rei e a rainha, que foram pegos. Magnus decidiu que a vida mundana era passageira e optou por não se envolver mais.

Amigos

  • Catarina Loss
    • Catarina é uma das amigas mais próximas de Magnus. Eles compartilham uma estreita relação um com o outro, uma vez que ambos são imortais, e Magnus havia salvo Catarina de ser queimada como uma bruxa. Magnus diz que Catarina "teve um bom coração" desde que ela escolheu curar outros.
  • Ragnor Fell
    • Juntamente com Catarina, esses três eram um grupo muito próximo de amigos feiticeiros. Ragnor muitas vezes castigava e zombava de Magnus por suas decisões, mas eram bons amigos, no entanto.
  • Tessa Gray
    • Magnus e Tessa se tornaram amigos íntimos ao longo dos anos desde que se conheceram pela primeira vez na festa de Alexei de Quincey em 1878. Após a morte do marido de Tessa em 1937, ela e Magnus dividiram um apartamento em Paris por cinco anos. Durante esse tempo, ele a ajudou a superar a morte de seu amado. Eles desde então têm sido bons amigos, ocasionalmente visitando um ao outro.

  • Raphael Santiago
  • Lily Chen
  • Woolsey Scott
    • Após deixar Camille, Magnus ficou com Woolsey por algum tempo. Magnus e Woolsey não possuem tanto uma relação romântica, mas uma de circunstâncias e habitação, bem como satisfação física.

Aparições

Galeria

Veja mais aqui

Etimologia

Magnus escolheu o nome "Magnus" em referência ao termo efeito Magnus – um fenômeno onde um objeto em movimento de repente muda seu caminho e "vai para algum lugar que você nunca teria esperado."[6]

O nome Magnus significa "grande" em latim e foi um dos primeiros nomes usados entre os romanos. Seu sobrenome, Bane, significaria 'glorioso defensor' em eslavo; entretanto, a tradução mais apropriada de Bane é "destruição". Se todo o seu nome for traduzido, Magnus Bane significaria "grande destruição".

Curiosidades

  • Magnus se identifica como bissexual.
  • A verdadeira idade de Magnus é conhecida apenas por algumas pessoas, como Catarina Loss e Ragnor Fell. Ele mentiu sobre sua idade desde que era jovem, muitas vezes para impressionar os clientes e fingir experiência, fazendo-se parecer mais velho e antigo, às vezes mais jovem, como ele entendesse.[12]
  • Magnus é conhecido por suas festas, que ele ama dar tanto para Seres do Submundo quanto Caçadores de Sombras.
  • Magnus possuiu gatos de estimação em Nova York ao longo dos anos, como Grande Catsby e Presidente Miau, para quem Magnus dá várias festas, uma decisão motivada por seu cuidado temporário de Raphael Santiago em 1953.[11]
  • Tendo se mudado para a Espanha a partir de sua cidade natal, o espanhol foi a primeira língua que aprendeu após a sua língua nativa, indonésio. Além desses dois, Magnus também se tornou fluente em várias outras línguas mundanas depois de anos viajando pelo mundo, bem como línguas demoníacas, como Purgatic, Gehennic e Tartarian.
  • Por que seu pai, Asmodeus, já foi um anjo, luz enfeitiçada, que normalmente só acende através do toque de um Nephilim, responde ao dele. Ele responde de forma diferente, dando um brilho vermelho escuro. Entre ele e Alec, o brilho luz enfeitiçada mudou de cor.[22]
  • Mais de uma década antes de Magnus se encontrar com Alec, ele indiretamente o chamou de "pirralho repelente sem dúvida" depois de conhecer seus pais, ambos membros do Ciclo.
  • Ele e Alec estão preparados para se casar.[23][24][25]
  • Enquanto Magnus não foi concebido para ter um papel tão grande na série,[26] ele é até agora o único personagem (à exceção de Church) a aparecer em cada volume principal da série.

Referências

Línguas.png

Créditos

Traduzido por @94rocha e @bellaametista

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Mais da comunidade Wikia

Wiki aleatória