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Não confunda com Pandemônio e a Boate com esse nome.

O Clube Pandemônio é uma organização de mundanos com um interesse profundo no Mundo das Sombras. É dito que ela seria uma organização antiga de mundanos que se interessaram pela artes mágicas onde, em seus encontros, eles fazem feitiços e tentam invocar demônios e espíritos. Outros membros são apenas entusiastas que usam seu dinheiro e influência para adquirir conhecimento do mundo desconhecido. Eles são poderosos no submundo, seus membros sendo figuras ricas e importantes na sociedade mundana.

Seu símbolo era uma ouroboros dupla, duas serpentes mordendo a cauda uma da outra em um círculo, simbolizando o fim do mundo e o recomeço.

História

No século XIX, eles eram liderados pelo Magistrado, cujo propósito principal era, então, destruir os Nephilim. Com as Irmãs Sombrias a seu dispor, ele supervisionou um conjunto de casas de jogo secretas frequentadas por seres do submundo. Elas existiam para atrair mundanos e enganá-los para que perdessem todo o seu dinheiro em jogos mágicos, e então, quando ficavam endividados, o dinheiro seria requerido de volta com taxas arruinantes. Eles controlavam outros negócios também, a maior parte ilegais, tais como bordéis.[1][2]

Nos tempos atuais, as Empresas Pandemônio, agora possivelmente mais envolvidas com os seres do submundo, são uma companhia que continua a atender aos desejos de seus patrocinadores ricos. Caroline Connor fornece entretenimento para seus clientes em um ambiente náutico, particularmente um cruzeiro exclusivo, onde refeições gourmet são servidas em um iate com vista para os habitantes mágicos encontrados no porto—nixies, kelpies, sereias, e vários outros espíritos da água. Connor se apresenta como a CFO e gerente de marketing da Sigblad Enterprises; é incerto se este é um pseudônimo para a organização ou outra completamente separada empregada pelo clube.[3]


À parte de seu nome, ele não é diretamente relacionado ou conectado ao Clube noturno de mesmo nome em Nova York.[4]

Curiosidades

  • A maior parte dos mundanos que compareciam ao clube estavam mascarados ou disfarçados nos eventos dele. Algumas das figuras mais notáveis que compareciam aos eventos incluem Magnus Bane, Camille Belcourt, Ragnor Fell e Alexei de Quincey.
  • Mortmain mencionou certas inovações mágicas discutidas e mostradas nos encontros do Pandemônio, que se tornaram realidade, a saber: "um anel de prata [criado por um feiticeiro] que poderia teletransportar seu portador para outro lugar quando quer que este o girasse em torno de seu dedo", anéis que ambos Mortmain e Valentim Morgenstern vieram a possuir em algum ponto; "uma porta que pudesse levar você a qualquer lugar no mundo—o Portal, apesar de que se a porta anteriormente citada é a visão de outro feiticeiro ou se foi algo criado pelo segundo criador do portal, Magnus, é desconhecido; e "Eu vi homens serem trazidos de volta à beira da morte", referindo-se à prática de necromancia que é sabidamente ocorreu durante um longo tempo.[5]

Referências

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